sexta-feira, 22 de abril de 2005

A língua e as comunidades internacionais

O presidente do governo catalám, Pasqual Maragall, afirmou antonte em Paris, após reunir-se com o Ministro de Relações Exteriores francês, Michel Barnier, que a Catalunha solicitará o ingresso na Organizaçom Internacional da Francofonia.

Da Francofonia fazem parte vários países que nom têm o francês como língua oficial. É o caso de Cabo Verde ou Guiné Bissau (ambos de língua oficial galego-portuguesa), Guiné Equatorial (espanhola) ou Moldávia (romena).

Apenas um dia depois, o presidente da Junta da Galiza, Manuel Fraga, depois de décadas discriminando o reintegracionismo, espeta na conferência de imprensa posterior ao conselho de governo de 21 de abril, que "galego, português e brasileiro som a mesma cousa".

Sendo a Galiza parte da euro-regiom Galiza-Norte de Portugal, e tendo aprovado o BNG, em Assembleia Nacional, que solicitaria o ingresso do país na CPLP, o que suspeito que incumpriu até hoje, nom se entende que este tema nom ocupe um lugar mais destacado hoje no discurso cultural e sobre a língua.

Já veremos também que atençom é dada à lusofonia nos programas de governo para as eleições do próximo Junho.

A este passo, antes que a Galiza considere seriamente a conveniência de entrar na CPLP, já teremos a Paco Vázquez, tam sensível a estes temas lingüísticos, propondo a integraçom na Commonwealth.

Sem comentários: