sexta-feira, 26 de junho de 2009

O PP com Micro$oft

O passado 1 de Março foi um dia fatídico para Galiza, ao produzir-se a vitória eleitoral da direita supremacista castelhana e a derrota do primeiro governo galego que tivo umha política nacional de regeneraçom democrática, educaçom cívica, normalizaçom lingüística e cultural, bem-estar social e desenvolvimento económico autocentrado.

Contodo, isto nom é visto assi pola maioria social e só se conseguirá realmente umha valorizaçom do governo bipartido em contraste co actual governo do PP através da contrastaçom entre as políticas que desenvolva o governo Feijóo e as que implementou a coligaçom PSdG-BNG, nomeadamente o BNG.

Em política lingüística, coas múltiplas iniciativas galegofóbicas do PP, está a ficar clara a diferença entre ambos os governos possíveis para este país, e a necessidade de trabalhar para impedir que os extremistas anti-galegos continuem a governar-nos, quer dizer, a violar os nossos direitos básicos e a bestializar a populaçom, que é o que realmente fam.

Mas temos outro exemplo que nom está a ter a atençom que merece: o esbanjamento do dinheiro público para a aquisiçom de licenças do software privativo dumha empresa estadunidense que exclui o galego do seu sistema operativo: nada menos que 2,2 milhões de euros, sem publicidade nem livre concorrência, e contrariando as promessas de promoçom do software livre e de austeridade económica. Autêntica corrupçom tecnológica.

Que podemos esperar agora que aconteça com iniciativas exemplares levadas a cabo polo BNG no governo bipartido como a Rede de Dinamizaçom da Sociedade da Informaçom ou Mancomun, donde surgiu Galinux?

Com certeza teremos ocasiom de comprovar mais vezes a diferença entre os prejuízos sociais dum governo do PP e os benefícios dum governo do BNG neste e noutros campos. Esclarecer essas diferenças será vital para evitar a continuidade das nefastas políticas que já estamos a sofrer nestas poucas semanas e que teremos que enfrentar durante os próximos anos.






quarta-feira, 10 de junho de 2009

Apropriar-se da língua

Protegerei a língua dos que querem apropriar-se dela.
(Alberto Núñez Feijóo, Presidente da Junta de Galiza, na véspera do Dia das Letras de 2009).

Es la lengua de quien quiere apropiársela. No tiene fronteras: es mexicana, peruana, castellana, estadounidense... No olvidemos que hay más de 40 millones de hispanohablantes en Estados Unidos.
(Mario Vargas Llosa, em declarações feitas ao jornal El País [9.06.09] após conhecer a concessom do Prémio Dom Quixote à difusom e defensa do espanhol).