sexta-feira, 16 de abril de 2010

A imposiçom do castelhano na Galiza urbana

Merecem muita atençom os dados de conhecimento e uso do Galego correspondentes ao inquérito de condições de vida das famílias de 2008, publicados onte polo IGE. Nomeadamente, na sua comparativa com os anteriores dados publicados em 2003, que na realidade nom som dados de 2003 pois correspondem ao recenseamento de populaçom e vivendas de 2001.

Com essa comparativa corrobora-se o que já comprovamos no dia a dia: a maciça imposiçom da língua de Castela em praticamente todos os ámbitos da vida social das urbes galegas está a acarretar a drástica diminuiçom do monolingüísmo em Galego (na maioria dos casos passa em 2008 a menos da metade) e o correspondente aumento do monolingüismo em Castelhano (repare-se no assustador caso de Vigo, berço da organizaçom galegofóbica Galicia Bilíngüe).

A populaçom galega está a optar de forma massiva por abandonar a língua própria do país em vez de contestar a imposiçom do Castelhano, e  isto manifesta-se mais claramente ali onde a imposiçom do Castelhano é mais forte: no ámbito urbano. 

Veja-se a comparativa das percentagens de uso habitual exclusivo da língua própria de Galiza e a língua de Castela nas sete cidades:





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